Livro de visitas

marcelo@cerebralmusic.com.br

Data: 14/09/2017 | De: marcelo@cerebralmusic.com.br

Olá.
Quero te convidar a conhecer a Terapia com Música Binaurais - Reprogramando suas Ondas Cerebrais que venho aplicando e estudando a mais de 10 anos.
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www.cerebralmusic.com.br

Esta terapia esta revolucionando os tratamentos, veja o que podemos fazer:
Tratamentos feitos com Sucesso:
Déficit de atenção em crianças e adultos
Vícios como o Álcool e o Cigarro
Pressão alta
Estresse e Ansiedade
Tristeza Crônica
Mal Humor
Insônia
Alergias
Doenças respiratória
Dores Crônicas, Cefaléias e musculares
Obesidade
Falta de apetite, anorexias e bulimias
Falta de Foco e Motivação
Síndrome do Pânico, traumas e medos
Aumento da Criatividade e Inteligência
Perda da Memória atual ou passada
TPM
Rejuvenescimento
Alzheimer
Sequelas do AVC

rak p/ tv

Data: 27/09/2014 | De: lizaldo

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Preço: 250,00
Contato: Eliana
Telefone: (79) 9978-6018

FDGA/ BRT

Data: 17/09/2014 | De: lizaldo


Propostas do Fórum em Defesa da Grande Aracaju para o “Programa de Requalificação Urbana da Zona Oeste de Aracaju”, item Mobilidade Urbana/BRT:
1) Instalação de bicicletário e banheiros com chuveiros anexos aos terminais de integração e às estações de BRT.
JUSTIFICATIVA: a existência de chuveiros e bicicletários anexos aos terminais e às estações de BRT possibilita ao usuário percorrer pequenas distâncias de bicicletas para alcançar outros meios de transporte para locais mais distantes. Isso, além de facilitar para o usuário, pode ser uma forma de atrair mais usuários ao sistema de transporte coletivo.
2) CICLOVIAS: manter as atuais ciclovias e implantar novos trechos de ciclovias, possibilitando assim a maximização do uso da topografia de Aracaju.
JUSTIFICATIVA: aumentar a oferta de ciclovias na cidade, dando ao aracajuano mais uma opção para se locomover dentro da cidade.
3) TRANSPORTE HIDROVIÁRIO: buscar a implantação de transporte hidroviário (passageiros e carga) na região metropolitana de Aracaju, aproveitando o potencial dos rios que banham a região.
JUSTIFICATIVA: oferecer transporte seguro, barato e ambientalmente correto, reduzindo a poluição e contribuindo para reduzir os congestionamentos no trânsito.
4) TERMINAL ORLANDO DANTAS: que a construção do Terminal de Integração do Conjunto Orlando Dantas, não traga prejuízo de outros equipamentos públicos. Devendo ser preservados ou compensados os equipamentos ali existentes.
JUSTIFICATIVA: a construção do terminal de integração não pode representar prejuízo para a comunidade com a perda de outros equipamentos. A locação da obra deve ser precedida dos cuidados necessários para não se retirar equipamentos de lazer existentes há muitos anos naquela comunidade.
Na total impossibilidade de se manter os atuais equipamentos que outros equipamentos sejam construídos em áreas próximas.
5) VIA FÉRREA: defendemos a manutenção da via férrea existente em Aracaju. A possibilidade de se ter transporte ferroviário num futuro próximo, interligando zonas da cidade e ligando Aracaju a outras cidades nos leva a defender a manutenção da via férrea em Aracaju.
As faixas exclusivas para o Bus Rapid Transit (BRT) podem ser implantadas nas avenidas onde existem vias férreas, como as Avenidas Augusto Franco e São Paulo, mas defendemos a manutenção dos trilhos, salvo total impossibilidade técnica, inclusive de aproveitamento da atual estrutura.
JUSTIFICATIVA: Aracaju não pode prescindir de uma estrutura de trilhos existente hoje na cidade, removendo-a ainda que para dar lugar ao BRT.
6) ÁRVORES E CALÇADAS – As árvores e as calçadas devem ser preservadas e mantidas. Que a implantação das canaletas para o BRT não implique na supressão de árvores, nem no estreitamento de calçadas. Na extrema necessidade de se suprimir árvores que mudas sejam replantadas em dobro ou mais na região.
JUSTIFICATIVA: embora saibamos que grandes obras na cidade trazem transtornos e impactos, assim como sabemos que grande parte das árvores existentes nos canteiros centrais das avenidas de Aracaju são exóticas, defendemos que sejam buscados meios para se evitar tanto o estreitamento de calçadas, quando a extração de árvores.
7) ZONA DE EXPANSÃO – a apresentação feita pela consultoria contratada pela Prefeitura Municipal de Aracaju nos deixou bastante preocupado com a total ausência de alternativas para uma área que representa 48% da superfície de Aracaju: a Zona de Expansão Urbana e que sofre hoje com as piores linhas, os piores equipamentos, os horários mais sacrificantes para os usuários. Nos mapas apresentados na Audiência Pública não se notou nenhum menção à Zona de Expansão. SOLICITAMOS que no Projeto de Mobilidade, sobretudo de oferta de linhas de transporte coletivo, seja incluída de forma plena, tal qual ocorre com outras regiões as comunidades dessa outra metade de Aracaju.
JUSTIFICATIVA: historicamente as administrações de Aracaju investiram nos serviços, equipamentos e em infraestrutura na metade urbana de Aracaju, deixando sempre a metade de expansão urbana de fora. Esse comportamento equivocado se justificava até os anos 1980, pelo fato da baixa densidade demográfica não requerer investimentos de recursos públicos numa área com tais características. Isso não ocorre agora em pleno 2014. Além da demanda já existente, a região cresce de uma forma muito rápida, o que exige de gestores, arquitetos/urbanistas e de técnicos soluções para o presente e para o futuro próximo. Não se pode imaginar que a Prefeitura de Aracaju anunciou e já dispõe de projeto para transformar a Zona de Expansão Urbana em “Bairro Modelo” e se esqueça de incluir essa área no projeto que visa adequar a cidade à realidade de mobilidade urbana e de transporte de massa.
8) TERMINAL DO DIA: Propomos a retirada (o fim, a demolição) do terminal do DIA, tão logo entre em operação o Terminal Orlando Dantas.
JUSTIFICATIVA: a partir do momento de entrada em operação do terminal de integração do Conjunto Orlando Dantas haverá condições se de retirar o atual Terminal DIA daquele local. A movimentação de veículos, principalmente dos ônibus , naquele local seria facilitada, o prolongamento da ciclovia seria possível, a travessia de pedestre seria menos arriscada e o acesso ao viaduto – hoje muito congestionado – seria mais rápido.

fdga

Data: 12/09/2014 | De: lialdo

Encaminhamentos da reunião do dia 11/09/2014:
PAUTA: Audiência Pública PMA/BID.
1) BRT
a – integração intermodal (ciclovias, ciclo faixas, hidroviário, ferroviário...);
b – árvores suprimidas dos canteiros – compensação em dobro, no local, na área.
2) AVENIDA PERIMETRAL OESTE:
a) Trecho no Bairro Soledade: as obras só podem ser iniciadas depois de resolvidos a indenização e a remoção das famílias, precedidas de diálogo com a comunidade local, com, no mínimo, uma audiência pública no bairro;
b) Trecho no Bairro Bugio: Realocação do traçado da via, a partir da Nov ponte sobre o Riacho do Cabral, para a borda do manguezal, de forma a proteger o manguezal e a não utilizar a Av. Poço do Mero como parte da nova via;
c) Ocupação ao lado do antigo frigorífico: garantir habitação para as famílias de sem-teto que ali se encontram;
d) Área entre o Centro Administrativo e a Jabutiana: ampliar o Parque do Rio Poxim, com a garantia de um corredor ecológico, até esse local;
e) Cruzamento da nova via com a Avenida Marechal Rondon: esclarecer como será controlado o tráfico no local; se haverá controle semafórico ou outro meio.
3) PARQUE DO RIO POXIM:
a) Ampliar a área até a foz do rio e a te a Ponte nas proximidades da Universidade Federal de Sergipe;
b) Garantir meios de despoluição e sistema de esgoto (coleta, transporte, tratamento e destinação) ao longo das margens do local.
4) PARQUE DA SEMENTEIRA:
a) Retirar todos os órgãos públicos e todas as construções, exceto a construção de um mirante central e de espaço para a administração e serviços, além de manter um espaço para a farmácia viva;
b) Manter cerca viva, sem alvenaria e arames.
5) PRAÇAS:
a) Plano de arborização com uso exclusivo de plantas nativas;
b) Consulta popular local a fim de identificar as demandas de esporte e de lazer da população e respeito à cultura local;
c) Menos concreto! menos pavimentação!
ENFATIZAR A AUSÊNCIA DE UM PLANO DIRETOR ATUALIZADO.

lei do licenciamento ambiental

Data: 02/08/2014 | De: lizaldo

O licenciamento ambiental é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente e possui como uma de suas mais expressivas características a participação social na tomada de decisão, por meio da realização de Audiências Públicas como parte do processo.

Essa obrigação é compartilhada pelos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente e pelo Ibama, como partes integrantes do SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente). O Ibama atua, principalmente, no licenciamento de grandes projetos de infra-estrutura que envolvam impactos em mais de um estado e nas atividades do setor de petróleo e gás na plataforma continental.

As principais diretrizes para a execução do licenciamento ambiental estão expressas na Lei 6.938/81 e nas Resoluções CONAMA nº 001/86 e nº 237/97. Além dessas, recentemente foi publicado a Lei Complementar nº 140/2011, que discorre sobre a competência estadual e federal para o licenciamento, tendo como fundamento a localização do empreendimento.

A Diretoria de Licenciamento Ambiental é o órgão do Ibama responsável pela execução do licenciamento em nível federal. A Diretoria vem realizando esforços na qualificação, organização e automação dos procedimentos de licenciamento ambiental, e para tanto, disponibiliza aos empreendedores módulos eletrônicos de trabalho e ao público em geral, inúmeras informações sobre as características dos empreendimentos, bem como a situação do andamento do processo.

Pretende-se que o sistema informatizado agilize os trabalhos e as comunicações inerentes ao processo de licenciamento e permita maior visibilidade e transparência para os processos de licenciamento em tramitação no Ibama.

convocação para o plano diretor

Data: 01/08/2014 | De: lizaldo


Convite para Debate sobre decreto da Participação.
Dia 1 de agosto de 2014
Horário: 19 HORAS
Local: CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
Viaduto Jacareí—Salão Nobre
Confirmado representante do Governo Federal.

Pedro Pontual - Diretor do Departamento de Participação Social

Paulo Roberto Martins Maldos - Secretario Nacional de Participação Social

Dia 1 de agosto às 19 h na Câmara Municipal de São Paulo

Este debate tem a finalidade de debater o decreto presidencial n. 8.243/2014, que cria a Política Nacional de Participação Social e que tem como um dos principais objetivos a regulação da participação e controle social nas políticas públicas.

A sociedade tem clamado por uma maior participação nas decisões sobre os destinos do Brasil, principalmente nas políticas públicas e no controle da aplicação dos recursos. A participação é direito previsto a Constituição Brasileira. O efetivo funcionamento e investimentos nas políticas devem passar pela participação direta da sociedade na formulação, implementação, fiscalização e monitoramento permanente pela sociedade civil organizada.

União dos Movimentos de moradia da Grande São Paulo e Interior.

Central de Movimentos Populares

Desde de já Agradedeço

Coordenação UMM/UNMP

Maria das Graças Xavier

Fone: 011 36672309 ou 991570100

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www.sp.unmp.org.br

poemeto

Data: 29/07/2014 | De: lizaldo

Porque anjos – precisam de asas – Lizalldo Vieira
Porque precisam de leveza
Alçar voos mais altos
Olhar os sinais do tempo
Ver galinhas criar dentes
Aquecer a ninhada aéreo
Observar gente feito bicho de ruma
A caminho do nada
Tanger boiadas com voos rasantes
Pilotar a nave sem risco de desastre
Alcançar o horizonte sem gasolina com preço salgado

Parecer do COnselho mata do junco

Data: 27/07/2014 | De: lizaldo

Conselho Gestor
Refugio de Vida Silvestre Mata do
Após a realização de reunião extraordinária realizada no dia 25 de julho de 2014, na sede do RVS em Capela Sergipe para analisar o PARECER TECNICO N.01/2014/SBF o conselho Gestor do Refúgio de Vida Silvestre e Posto Avançado da Reserva da Biosfera encaminha suas sugestões a cerca do licenciamento do mega empreendimento , de desdobramentos sócio ambientas imprevisíveis ..

Referencia: Informação Técnica – 6589/2014 – GAB/ADEMA. Encaminhado á SEMARH para conhecimento e manifestação do PCA e RCA, do empreendimento VALE FERTILIZANTES S. CARNALITA objeto de Licença de Instalação – L I ( Processos ADEMA n.2013-007937/TEC/LPPER-058 e 2013-007949/TEC/LI-0898.
Do licenciamento:
O licenciamento ambiental é um importante instrumento de gestão da Política Nacional de Meio Ambiente. Por meio dele, a administração pública busca exercer o necessário controle sobre as atividades humanas que interferem nas condições ambientais. Desta forma tem, por princípio, a conciliação do desenvolvimento econômico com o uso dos recursos naturais, de modo a assegurar a sustentabilidade dos ecossistemas em suas variabilidades físicas, bióticas, sócio-culturais e econômicas. Deve, ainda, estar apoiado por outros instrumentos de planejamento de políticas ambientais como a avaliação ambiental estratégica; avaliação ambiental integrada; bem como por outros instrumentos de gestão - zoneamento ecológico econômico, planos de manejo de unidades de conservação, planos de bacia, etc.

Das decisões do Conselho Gestor do RVS e Posto Avançado da Reserva da Biosfera Mata do Junco:

Fica cria a Comissão iinter-Setorial de analise e acompanhamento dos processos dos PCA e RCA, do empreendimento VALE FERTILIZANTES S.A objeto de Licença de Instalação – L I ( Processos ADEMA n.2013-007937/TEC/LPPER-058 e 2013-007949/TEC/LI-0898.
Composta por representantes do conselho /RVS, UFS, e Entidades da Sociedade Civil , de caráter permanente, indicados pelo Conselho Gestor do Refúgio Vida Silvestre Mata do Junco para acompanhar, analisar e encaminhar propostas e sugestões sobre mitigações e compensações ambientais com o objetivos de minimizar os efeitos sócios ambientais negativos no Refúgio de Vida Silvestre Mata do Junco e no seu entorno incluindo as áreas de amortecimentos, gerados pelo Empreendimento VALE FERTILIZANTES S. CARNALITA objeto de Licença de Instalação – L I ( Processos ADEMA n.2013-007937/TEC/LPPER-058 e 2013-007949/TEC/LI-0898.
Cabendo ao o pagamento com os custos e de viagens, alimentação e estadas da referida comissão no cumprimento de suas tarefas a participação em eventos a cerco do tema.

Fica condicionada a presente licença a compra de uma área para implantação de uma floresta plantada com o fim cultural de atendimento aos festejos da festa do mastro do município de Capela..

Em razão da matéria submetida à análise, tratar-se de um RSV e Posta Avançado da Reserva da Biosfera a COMISSÃO poderá solicitada ao empreendedor a contratação de consultoria externa para apoiar subsidiar a análise e elaboração do parecer ambiental conclusivo.

Durante o procedimento de licenciamento ambiental poderão ser realizadas reuniões de esclarecimento entre a COMISSÃO e o órgão responsável pelo licenciamento ambiental e o empreendedor e/ou seus representantes.
As reuniões técnicas deverão ser documentadas por meio de ata, a ser juntada ao respectivo processo de licenciamento ambiental.

A ausência ou inadequação de documentos apresentados e necessários à análise do processo administrativo de licenciamento ou autorização ambiental serão razão suficiente para o seu imediato indeferimento, devendo ser notificado o empreendedor para que apresente os documentos faltantes ou substitua aqueles considerados inadequados em prazo razoável, nunca inferior a 20 (vinte) dias
O empreendedor deverá atender à solicitação de esclarecimentos e complementações, dentro do prazo máximo de 90 (noventa) dias, a contar do recebimento da respectiva notificação, caso contrário, o processo de licenciamento ambiental será arquivado definitivamente.
O prazo estipulado só poderá ser prorrogado desde que haja solicitação fundamentada pelo empreendedor e concordância expressa da COMISSÃO.

Com o efetivo cumprimento dos dispositivos no RCA, a total ou parcial implementação e descritos no PCA e a atendimento aos pleitos e sugestões enumeradas nesse documento e nas condicionantes estabelecidas pela ADEMA, esse conselho e Comissão se posicionam favoravelmente ao empreendimento “Projeto Carmelita de Sergipe “

Capela, xx de Julho de 2014

Carnalita

Data: 24/07/2014 | De: Lizaldo

Recado para Saumineo.

Bom dia amigo Saumineo Nascimento - Aqui é Lizaldo Vieira, Coordenador da ong ambiental MOPEC/SE. Quero parabeniza-lo seu empenho em trazer mais industrias para Sergipe que consequentemente contribui para o aumento o emprego no estado. Estou postando essa mensagem para lhe solicitar informações a cerca da instalação da Industria do minério carnalita em Capela, especialmente sobre as consequências sócios ambientais, as mitigações e redução de danos ao meios mbiente local além das compensações ambientais. São preocupações que tenho, e como membro o conselho gestor do RV Refúgio de Vida Silvestre e Reserva da Biosfera - Mata do Junco em Capela, gostaria de tirar algumas dúvidas para melhor contribuir nas reuniões do Conselho. Abraços - LIzaldo Vieira - contato pelo celular - 79-88492725. Em tempo, aviso que nessa sexta-feita, dia 25/07/2014, ás 900 horas- acontece reunião do conselho, em Capela sobre o assunto.

reunião do FDGA .

Data: 22/07/2014 | De: Lizaldo

O Fórum em Defesa da Grande Aracaju, após a sessão extraordinária ocorrida no dia 17 de julho de 2014, na Câmara Municipal de Aracaju, quando aquela Casa Legislativa votou em um intervalo de cerca de duas horas dezessete projetos de lei, inclusive com os votos das comissões temáticas sendo tomados verbalmente em plenário, analisou o texto do projeto de Lei Complementar nº. 04/2014, o qual foi aprovado na íntegra, e constatou que houve frontal desrespeito à Lei 10.257, de 10 de julho de 2001 (Estatuto da Cidade), mais de perto o capítulo III, assim como desrespeitou a Lei Complementar nº 42 de 04 de outubro de 2000, que institui o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Aracaju, cria o sistema de planejamento e gestão urbana e dá outras providências.

O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano de Aracaju deveria ter sido revisado em 2005, após cinco anos de vigência, entretanto não nos parece razoável que quatorze anos após a sua vigência e nove anos sem a revisão legal, O Plano Diretor de Aracaju continue sendo objeto de edição de leis que o torna mais ainda sem a eficácia necessária.
Solicitamos, entre outras medidas:
a) Que medidas sejam adotadas a fim de se possa tornar sem efeito todos os atos praticados naquela sessão extraordinária relativamente ao Projeto de Lei Complementar nº. 04/2014, que dispõe sobre regras estritamente de Plano Diretor;
b) Que o Projeto de Lei Complementar 04/2014, aprovado na Câmara Municipal, seja anulado, já que o município de Aracaju teve, em 30/12/2002, quando da anulação dos Códigos de Obras e de Urbanismo (Leis Complementares 43 e 44), as Leis 13/66 e 19/66 (Código de Obras e Código de Urbanismo);
c) Que as Leis 13/66 e 19/66 (Código de Obras e Código de Urbanismo) sejam cumpridas pelo Poder Executivo Municipal nos atos administrativos que objetivam conceder licenciamentos;
d) Que a Prefeitura Municipal de Aracaju apresente todos os licenciamentos, nas suas variadas formas, concedidos nos últimos cinco anos.
e) Que medida seja adotada a fim de se revisar todos os licenciamentos concedidos nos últimos cinco anos;
f) Que o Município de Aracaju se abstenha de conceder licenciamentos (atos administrativos denominados de “Alvará de Construção”, “Certidão de Uso do Solo”, “Anuência Prévia de Obras” e “Habite-se”), até que se conclua a revisão do atual Plano Diretor (Lei Complementar 42/2000).

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